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Uma espécie de afeto se aproxima da Alma. O Encanto das cores e dos sons fazem com que os corpos permaneçam sutis. Clareando a noite que ainda brilha, sublime e soberana. Esse brilho tem um poder hipnotizador. Somos Deles e compreendemos Sua Plenitude, o reconhecendo em cada gesto Seu. Ó Grande Ser, somos seus filhos ainda em evolução! Permita-nos caminhar na sua estrada de flores perfumadas. A natureza perfeita cumpre seu papel na evolução deste ciclo. Fada do Amor

A Voz do Silêncio

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"Quando para si mesmo a sua própria forma parece irreal, como o parecem ao acordar todas as formas em sonhos que ele vê. Quando deixar de ouvir os muitos, poderá perceber o Uno - o som interior que mata o exterior. Só então abandonará ele a região de Asat , o falso, para chegar ao reino de Sat , o verdadeiro. Antes que a Alma possa ver, deve ser conseguida a harmonia interior, e os olhos da carne tornados cegos a toda a ilusão. Antes que a Alma possa ouvir, a imagem (o homem) tem de ser tornar surda aos rugidos como aos murmúrios, aos bramidos dos elefantes em fúria como ao prateado sussurro do pirilampo de ouro. Antes que a Alma possa compreender e recordar, ela deve primeiro unir-se ao Falante Silencioso, como a forma que é dada ao barro se uniu primeiro à mente do ceramista. Porque então a Alma ouvirá e poderá recorda-se. E ao ouvido interior falará: a voz do silêncio." Fonte: da Obra bela e poética: A Voz do Silêncio de H.P. Blavatsky

A Tranquilidade do Silêncio ... Amor

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"De cada um, o amor demanda o místico silêncio. O que todos nós buscamos tão seriamente? É o amor. O amor é o tema do mais recôndito de nossos pensamentos. No amor não mais existe o 'tu' nem o 'eu', pois eu consumiu-se no bem-amado. Agora afastarei o véu do Amor, e no templo de minha alma mais recôndita observarei o amigo, amor incomparável. Aquele que quiser conhecer o segredo de ambos os mundos descobrirá que o segredo de ambos é o amor." (Poeta Sufi Atta) O amor é algo que a maioria dos místicos descobre quando penetra o silêncio, mas é uma experiência muito mais profunda de amor do que aquela que se filtra para o interior de nossas vidas diárias. É profundo tocante quando contemplado pelo místico que luta para expressá-lo através da poesia das palavras ou através da música dos ensinamentos.

O INDIVÍDUO E SEU DHARMA

I. K. Taimni (Destacado e erudito teósofo hindu, doutor em Química pela Universidade de Londres, foi professor de pós-graduação e pesquisador em Química na Universidade de Allahabad. Versado na filosofia indiana, na prática da Yoga e nos princípios da Teosofia.) (Extraído do livro Estúdios sobre la Psicologia de la Yoga, de I.K. Taimni, editado pela Federación Teosófica Interamericana, Buenos Aires, 1982). O homem, em sua mais íntima natureza divina, é essencialmente Uno com a Realidade sustentadora do Universo e faz parte dela. Trataremos aqui da relação entre a Vontade Divina e a vontade humana. Posto que o homem é essencialmente divino, sua vontade é um fator importante no drama universal que está se desenvolvendo. É certo que o exercício de sua vontade está limitado pelo seu grau de evolução, mas sua vontade afeta em maior ou menor medida a corrente de sucessos vinculados com a vida humana. Ainda que os seres humanos...

Minha distante Gaia...

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Em um lugar distante, harmônico e de grande vibração, entrego minha Alma a esse Grande SER. Sinto-me a vontade, observando a beleza e a sutileza da vibração e da energia ali formada. Digo: "Sou Sua". Peço-te: A serenidade dos Anjos e Mestres para que eu possa caminhar junto a esses "corpos" e mantê-los na sutileza que o Senhor nos alimenta. Sou parte deste pedaço de Universo que ainda desconhecemos, sou uma partícula desta Divina Presença. No meu Universo habita o Senhor, Meu Universo sou Eu e o Senhor! Entendo essa união. A luz emanada ainda muito forte banha e ilumina todos os meus órgãos vivos, somos UM! Essa luz faz parte do meu caminho. Sou Sua e sou Sua! Minha Gaia eterna! Fada do Amor!

Oração ao Deus desconhecido

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Antes de prosseguir no meu caminho E lançar o meu olhar para frente Uma vez mais elevo, só, minhas mãos a Ti, Na direção de quem eu fujo. A Ti, das profundezas do meu coração, Tenho dedicado altares festivos, Para que em cada momento Tua voz me possa chamar. Sobre esses altares está gravada em fogo Esta palavra: “ao Deus desconhecido” Eu sou teu, embora até o presente Me tenha associado aos sacrílegos. Eu sou teu, não obstante os laços Me puxarem para o abismo. Mesmo querendo fugir Sinto-me forçado a servi-Te. Eu quero Te conhecer, ó Desconhecido! Tu que que me penetras a alma E qual turbilhão invades minha vida. Tu, o Incompreensível, meu Semelhante. Quero Te conhecer e a Ti servir. Nietzsche

No Jardim ...

"Quem com olhos da devoção vislumbrou como a alma da terra formou os cristais; quem viu a chama no germinar do grão, na vida a morte, o nascer no morrer; quem encontrou o irmão nos homens e nos animais e nestes reconheceu o irmão e Deus, este festeja à mesa do Santo Graal a Ceia, com o Salvador, que é Amor... Ele procura e encontra, como Deus mandou, o caminho ao Paraíso perdido." Manfred Kyber